Notícia Importante

Amigas e Amigos,

Alguns blogs vem sendo apagados repentinamente pelo Google. Esperamos que isso não aconteça com este blog, pois nossa tarefa aqui é a de oferecer informação e reflexão. Desta forma, como precaução e na perspectiva de continuar a disseminar as vertentes instrumentalizadas em forma de livros, revistas e artigos que existem e promovem o desenvolvimento, recomendamos que insira em seus favoritos nosso endereço paralelo:


Desenvolvimento em questão


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Atenciosamente,

Marcos Paulo

sábado, 29 de janeiro de 2011

Recesso - Férias



Prezadas e prezados,

Voltarei a postar a partir de 28 de Fevereiro.
Utilizem a caixa de diálogo para avisos de links quebrados e pedidos.
Até lá.

Um abraço,
MP

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

História da Criança no Brasil - Mary Del Priore



História da Criança no Brasil - Mary Del Priore (Org.)

A situação de desigualdade social em que vivem milhares de meninos e meninas brasileiros e seu modo de vida possuem raízes históricas. Organizado pela historiadora e ex-professora do Departamento de História da Universidade de São Paulo (USP), Mary Del Priore, o livro traz 15 artigos de sociólogos, historiadores e especialistas da área de infância e adolescência sobre a história das crianças desde o início da colonização do País, em 1530.

Na época, uma criança ficava exposta a tratamentos hoje considerados degradantes e era comparada a um animal, cuja força de trabalho deveria ser explorada ao máximo. Durante as viagens nas naus portuguesas, as adolescentes, consideradas aptas ao casamento a partir dos 15 anos, eram vigiadas pelos padres para que não fossem sexualmente abusadas pelos marinheiros. Os meninos, além de sofrer o abuso, ainda trabalhavam como grumetes. As crianças eram sempre as últimas a se servir das refeições e bebiam água de barris de madeira repletos de fungos.

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Psicanálise, Capitalismo e Cotidiano - Nildo Viana (Org.)



Psicanálise, Capitalismo e Cotidiano - Nildo Viana (Org.)

O livro Psicanálise, Capitalismo e cotidiano aborda vários aspectos da sociedade capitalista em suas manifestações cotidianas sob o prisma da psicanálise, tal como quadrinhos, natal, discurso, sexualidade, normalidade, entre outros.
Nildo Silva Viana (Goiânia, 6 de maio de 1965) é um sociólogo e filósofo brasileiro.
Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Goiás (1992), é mestre em Filosofia pela Universidade Federal de Goiás (1995) e em Sociologia pela Universidade de Brasília (1999) e doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília (2003). Realizou estágio pós-doutoral em Psicologia da Educação na PUC-SP. Atualmente é professor da Universidade Federal de Goiás e coordenador do Núcleo de Estudos Sobre o Trabalho da mesma universidade.

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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O Imaterial: Conhecimento, Valor e Capital - Andre Gorz



O Imaterial: Conhecimento, Valor e Capital - Andre Gorz

Este livro dedicado ao imaterial é mais uma importante incursão crítica de André Gorz nos meandros da sociedade contemporânea. 'O Imaterial' continua a reflexão desenvolvida em livros como 'Metamorfoses do Trabalho' e 'Misérias do Presente, Riqueza do Possível', aprofundando a crítica à atual expansão desenfreada da racionalidade econômica. Mas vai além. Direciona sua crítica à tentativa do pensamento dominante de subordinar a produção coletiva, mais simbólica que material, à lógica do lucro capitalista; e também denuncia a apropriação privada pelas corporações capitalistas dessa mesma produção coletiva. Enfatiza a necessidade de se diferenciar o conhecimento, que pode ser codificado e apropriado privadamente, dos saberes vivos e vividos que não podem se desvincular das habilidades das pessoas e, por isso, não são passíveis de apropriação privada.

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Sociologia dos Partidos Políticos - Robert Michels



Sociologia dos Partidos Políticos - Robert Michels

O sociólogo Robert Michels nasceu em 1876 e devido à grande simpatia que tinha pelo socialismo, ingressou e estudou a social-democracia alemã (SPD). Em Sociologia dos Partidos Políticos, Michels constrói uma argumentação a respeito dos fenômenos de poder dentro de organizações democráticas. Sua tese, construída a partir do caso do SPD, centra-se na idéia de que toda organização tende à burocratização. Segundo ele, a partir do momento que a massa se organiza, ela também forma um pequeno grupo para dirigi-la. Com isso, surge a hierarquização, as regras e a rigidez processual. A idéia é que a nova organização busque eficiência e só irá consegui-la adotando um controle interno proporcional ao seu tamanho
Segundo Michels os partidos apesar de proclamarem em seus programas que promovem a democracia, internamente são pouco democráticos. Na Sociologia dos Partidos Políticos Michels busca compreender porque isso ocorre, reforçando a idéia de que na medida em que o Estado se aproxima do poder ele se parece com o Estado que queria transformar.
Qual o fator que determina, portanto, que os partidos se afastem de seus ideais iniciais e se transformem naquilo que contestavam? Para Michels o ideal prático da democracia é o autogoverno. E para que esse ideal se concretize é necessário haver organização. Sem organização ficam evidentes as impossibilidades mecânicas e técnicas. A mecânica de reunir os indivíduos no tempo e espaço, e a técnica de não ter condições de resolver diretamente as controvérsias que surgem no grupo, visto que, as massas são fáceis de sugestionar, pois a multidão anula o indivíduo.

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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Televisão: a vida pelo video - Ciro Marcondes Filho



Televisão: a vida pelo video - Ciro Marcondes Filho

O livro trata do papel da televisão na comunicação de massa do Brasil. Sabe-se que o conteúdo transmitido via televisão (porque o coitado do aparelho de tevê só transmite imagem e som, não é culpado de nada) tem uma capacidade imensa de persuação e penetração na sociedade brasileira.
Ciro Marcondes Filho, sociólogo e jornalista pela USP, mestre pela FFLCH-USP, doutor pela Universidade de Frankfurt (RFA), pós-doutor pela Universidade Stendhal de Grenoble (França), titular da Cátedra Unesco de Divulgação Científica no Brasil, foi livre docente, professor adjunto e é professor titular da Escola de Comunicações e Artes da USP desde 1987.
Tem atuado como conferencista pelo país e no exterior, debatendo sua proposta de construção no Brasil de uma teoria própria da comunicação, adaptada à era tecnológica. Já publicou cerca de 30 livros nas áreas de comunicação, jornalismo, política, filosofia e psicanálise.

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Simmel - Evaristo Moraes Filho (Org.)



Simmel - Evaristo Moraes Filho (Org.)

O objeto principal de análise de Georg Simmel, não é nem o individuo, nem a sociedade em si: todo o seu interesse se focaliza sobre a interação criadora entre esses dois pólos extremos: a produção da sociedade pelos indivíduos; e a conformação permanente dos indivíduos pela sociedade, constitui, neste sentido, a matriz fundadora do vínculo social. Situando-se no ponto de vista contrário a Durkheim, Simmel privilegia, portanto, não a pressão social, mas o “devir” da sociedade.
Georg simmel seguiu seus estudos na linha da microsociologia, ou seja, a analise dos fenômenos no nível “micro” da sociedade, foi ele quem desenvolveu a chamada “sociologia formal’, das formas sociais, muito influenciado pela filosofia de Kant, distinguia a forma e o conteúdo dos objetos. O principal conceito criado por este autor foi o conceito de SOCIAÇÃO, no sentido de forma pura de interação e não de “associação”.

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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

História Concisa do Brasil - Boris Fausto



História Concisa do Brasil - Boris Fausto

Os pressupostos básicos deste livro são a convicção de que é possível levar ao conhecimento de um público amplo uma história escrita em linguagem acessível, sem perda da qualidade analítica, e que buscar conhecer e interpretar o passado é condição indispensável para o cidadão situar-se no presente e avaliar as possibilidades e limites do futuro. A obra não é um simples resumo da História do Brasil, embora mantenha a estrutura básica daquela. Boris Fausto consegue aqui tornar compreensíveis as linhas principais da história brasileira, cumprindo a tarefa de forma sintética e apresentando dados estatísticos atualizados, assim como um balanço dos anos recentes no capítulo de conclusão.

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A Cruz, a Espada e a Sociedade Medieval Portuguesa - Sidinei Galli



A Cruz, a Espada e a Sociedade Medieval Portuguesa - Sidinei Galli

Portugal, o mais precoce dos estados europeus, nasceu da mutação de um feudo em reino no processo da reconquista ibérica. A preocupação desta obra é demonstrar não só a participação dos viri religiosi na formação de Portugal, já que este elemento tem sido ignorado pela historiografia, como também identificar as relações entre a Igreja e o nascente Estado Português.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Geografia - Élisée Reclus



Geografia - Élisée Reclus

(Jean Jacques) Élisée Reclus (1930-1905)foi um geógrafo frances, anarquista e vegetariano, Em 1851, viajou para a cidade de Berlim aonde foi aluno de Carl Ritter. No mesmo ano, retornou a França e em conjunto com alguns franceses tentaram impedir o golpe de Estado de Luís Napoleão. Com a derrota e consequentemente o êxito do golpe foi obrigado a deixar seu país, tornando-se exilado na Inglaterra por defender ideais e práticas revolucionárias. A posteriori, viajou para a América, África e Ásia. E em 1893, realizou sua última grande viagem, conhecendo a América do Sul, com passagem inclusive pelo Brasil.

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A Batalha da Vida - Máximo Gorki



A Batalha da Vida - Máximo Gorki

Máximo Gorki, pseudônimo de Aleksei Maksimovich Peshkov (em russo, Алексей Максимович Пешков) (Nijni Nóvgorod,28 de março de 1868 – Moscovo, 18 de junho de 1936), foi um famoso escritor, romancista, dramaturgo, contista e ativista político russo. Gorki foi escritor de escola naturalista que formou uma espécie de ponte entre as gerações de Tchekhov e Tolstoi, e a nova geração de escritores soviéticos.

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domingo, 16 de janeiro de 2011

XXIII Seminário Regional de Política Fiscal - 18 al 21 de Enero de 2011 - Santiago de Chile



XXIII Seminário Regional de Política Fiscal - 18 a 21 de Janeiro de 2011 - Santiago de Chile

Prezadas e prezados,

Entre os dias 18 e 21 estarei participando do XXIII Seminario Regional de Política Fiscal em Santiago de Chile.
Este seminário será realizado em co-patrocínio com o Fundo Monetário Internacional - FMI, Banco Mundial, Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico - OCDE, Banco Interamericano de Desarrollo - BID, Deutsche Gesellschaft für Technische Zusammenarbeit - GTZ e Ministerio de Hacienda de Chile. O trabalho aprovado para apresentação no evento tem o título “Seguro-Desemprego no Brasil: aportes e desafios para uma gestão mais eficiente” que discute o crescente incremento de recursos para esta política passiva de emprego, além de problematizar sobre seu antigo mecanismo de concessão, considerado como ineficiente para o atual cenário economico-social em que se encontra o Brasil.

No dia 24 de Janeiro retornei com as postagens.
Até lá.

MP

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sábado, 15 de janeiro de 2011

A Arte e a Vida Social - George Plekhanov



A Arte e a Vida Social - George Plekhanov

O problema da relação entre a arte e a vida social desempenhou sempre um papel muito importante em todas as literaturas que alcançaram um certo grau de desenvolvimento. Na maioria dos casos, esse problema tem sido resolvido e se resolve em dois sentidos diametralmente opostos.
Alguns costumavam dizer e dizem: o homem não foi feito para o sábado, mas o sábado para o homem; a sociedade não foi feita para o artista, mas o artista para a sociedade. A arte deve contribuir para o desenvolvimento da consciência humana, para a melhoria do regime social.
Outros rechaçam em bloco essa opinião. Segundo eles, a arte é um objetivo em si; convertê-la em um meio de alcançar outros objetivos que lhe são estranhos, mesmo que sejam os mais nobres, equivale a rebaixar o mérito da obra de arte.

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Como Reconhecer um Bom Governo? Anna Luiza Salles Souto Ferreira et al



Como Reconhecer um Bom Governo? Anna Luiza Salles Souto Ferreira et al

Ainda atual, esta publicação tem como objetivo principal sugerir como indicadores e índices podem amparar avaliações objetivas da gestão e da qualidade de vida nos municípios. Assim, podem contribuir para o estabelecimento de prioridades e metas e permitir não só o aumento da eficácia das administrações como também o estabelecimento de critérios de cobrança por parte da sociedade.

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

O Príncipe Maldito - Mary Del Priore



O Príncipe Maldito - Mary Del Priore

Alto, louro, de olhos azuis, Pedro Augusto parecia-se muito com o avô, a quem se ligou por laços de afeto e interesses comuns. Até os 11 anos, foi tratado na Corte; no colégio Pedro II, onde estudava; e por toda parte, como futuro herdeiro. Mas eis que em 1875 nasce o príncipe do Grão-Pará. Depois de dez anos e muitas tentativas, a princesa Isabel dava à luz um outro Pedro. A sucessão estava garantida, mas iniciava-se ali a tragédia pessoal de Pedro Augusto.

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A Saga do Pau-Brasil - Welington Almeida Pinto



A Saga do Pau-Brasil - Welington Almeida Pinto

O livro A Saga do Pau-Brasil tem como base o princípio da Pedagogia de Projetos, capaz de estimular discentes e docentes a promover pesquisas interdisciplinares, inclusive de campo, com o objetivo de facilitar o aprendizado de uma questão histórica em sala de aula. Combinamos conteúdo de várias disciplinas, como História, Ecologia, Geografia, Ciências, Matemática, Estudos Sociais e Português, como suporte para avaliação de alguns trechos e melhor aproveitamento do conteúdo. A idéia é apontar um caminho criativo para o estudo de várias matérias em torno de um assunto único.

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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Colonialidade do Saber - Eurocentrismo e Ciências Sociais - Edgardo Lander (Org.)



A Colonialidade do Saber - Eurocentrismo e Ciências Sociais - Edgardo Lander (Org.)

Nos debates políticos e em diversos campos das ciências sociais, têm sido notórias as dificuldades para formular alternativas teóricas e políticas à primazia total do mercado, cuja defesa mais coerente tem sido formulada pelo neoliberalismo. Estas dificuldades devem-se, em grande medida, ao fato de que o neoliberalismo é debatido e confrontado como uma teoria econômica, quando na realidade deve ser compreendido como o discurso hegemônico de um modelo civilizatório, isto é, como uma extraordinária síntese dos pressupostos e valores básicos da sociedade liberal moderna entorno do ser humano, da riqueza, da natureza, da história, do progresso, do conhecimento e da boa vida. As alternativas às propostas neoliberais e ao modelo de vida que representam, não podem ser encontrados em outros modelos ou teorias no campo da economia já que como disciplina científica assume, no fundamental, a cosmovisão liberal.
A expressão mais potente da eficácia do pensamento científico moderno – especialmente em suas expressões tecnocráticas e neoliberais hoje hegemônicas– é o que pode ser descrito literalmente como a naturalização das relações sociais, a noção de acordo com a qual as características da sociedade chamada moderna são a expressão das tendências espontâneas, naturais do desenvolvimento histórico da sociedade. A sociedade liberal industrial constitui-se –a partir desta perspectiva– não somente na ordem social desejável, mas sim na única possível. Esta é a concepção segundo a qual nos encontramos hoje em um ponto de chegada, sociedade sem ideologias, modelo civilizatório único, globalizado, universal, que torna desnecessária a política, na medida em que já não há alternativas possíveis a esse modo de vida.

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Cultura Brasileira - Utopia E Massificação 1950/80 - Marcos Napolitano



Cultura Brasileira - Utopia E Massificação 1950/80 - Marcos Napolitano

Este livro mostra a historicidade da produção cultural, mas não a submissão desta à história. Traça um retrato amplo e detalhado da cultura brasileira, mapeando os vário caminhos pelos quais transitou a vida cultural em nosso país entre 1950 e 1980, enfatizando as várias expressões artísticas que surgiram neste período. Este livro aborda, entre outros assuntos, o processo da socialização e massificação da cultura, a arte como meio de representação das aspirações da sociedade, a cultura usada como elemento de apoio e de crítica à ditadura.

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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Repensando o Estado Novo - Dulce Pandolfi (Org.a)



Repensando o Estado Novo - Dulce Pandolfi (Org.a)

Com a contribuição de diversos autores, este trabalho tem por objetivo oferecer ao leitor um vasto painel que articula as múltiplas facetas do Estado novo.

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Estado Novo: Ideologia e Poder - Lucia Lippi Oliveira et al



Estado Novo: Ideologia e Poder - Lucia Lippi Oliveira et al

Os textos presentes neste livro procuram o sentido da construção ideológica do Estado Novo através de um esforço de interpretação, que leve em conta as relações entre indivíduo, sociedade e Estado.


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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Cinco Prefácios: para Cinco Livros Não Escritos - Friedrich Wilhelm Nietzsche



Cinco Prefácios: para Cinco Livros Não Escritos - Friedrich Wilhelm Nietzsche

Estes textos do filósofo Nietzsche, escritos em 1872, deveriam preceder outros cinco livros, nunca terminados. Eles constituem projetos concentrados das obras que os sucederiam, e têm como temas a cultura, a Alemanha do século passado, a arte e a filosofia, tomando como base a cultura grega. O ser humano, em suas mais elevadas e nobres capacidades, é totalmente natureza, carregando consigo seu inquietante duplo caráter. As capacidades terríveis do homem, consideradas desumanas, talvez constituam o solo frutífero de onde pode brotar toda a humanidade, em ímpetos e obras.

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Grécia e Roma - Pedro Paulo Abreu Funari



Grécia e Roma - Pedro Paulo Abreu Funari

Qual o sentido de estudarmos a Antigüidade em pleno século XXI? O que a cultura clássica tem a ver com a gente? A resposta reside no fato dela estar muito presente no nosso cotidiano - no direito, na estrutura de pensamento, na língua, na política. Enfim, as culturas que poderiam estar presas ao passado, atravessaram séculos fornecendo subsídios e matéria- prima para tantas outras culturas.


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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Racismo e Sociedade - Carlos Moore



Racismo e Sociedade - Carlos Moore

Carlos Moore expõe este contextualíssimo tema, propiciando respostas múltiplas para diversas regiões do mundo, e em particular, para o Brasil; país onde o desenvolvimento não se consolida precisamemte por não se considerar as ponderações que Carlos Moore constrói com paciência, de forma didática e brilhante, sem abrir mão do rigor científico. Trata-se de um texto crucial para o milênio que se inicia.

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Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808) - Fernando Novais



Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808) - Fernando Novais

Novais é declarado discípulo de Caio Prado Júnior, e como este, segue o modelo de historiografia marxista. Em sua pesquisa de doutorado, considera que o que justifica o nascimento e o funcionamento do sistema colonial é o acumulo primitivo de capital através do comércio dos produtos agrícolas coloniais e da venda para as Colônias dos produtos manufaturados da Metrópole, sendo que este sistema entre em crise com o surgimento de novas tecnologias da Revolução Industrial, passando do que Marx chama de Capitalismo Comercial para o Capitalismo Industrial. Para entender essa mudança de sistema econômico, Novais propõe distinguir os mecanismos de funcionamento do sistema colonial para entender suas contradições que lhe eram naturais e o conseqüente desague na crise, ou seja, ele propõe a visão marxista de que todo sistema econômico traz em si as contradições que irão destrui-lo através da luta de classes. O que ele chama de Antigo Sistema Colonial é o conjunto de relações da Metrópole com a Colônia, onde a política implantada é proveniente de um estado absolutista defensor das práticas de protecionismo do mercantilismo. Essas relações podem ser observadas em dois níveis, pela extensa legislação ultramarina das grandes potências européias (Portugal, Espanha, Holanda, França, Inglaterra); e pelo comércio que faziam entre si e nas políticas-administrativas que isto envolvia. O que possibilita que tal sistema funcione é a estrutura sócio-economica que se organiza nas colônias, a produção escravista e a decorrente concentração da renda nas camadas dominantes. A Colônia tinha por objetivo fornecer artigos que a metrópole necessitava e oferecer mercado para os manufaturados da metrópole. Esse comércio deveria ser o que Novais chama de exclusivo metropolitano, por exemplo o Brasil deveria fornecer a cana-de-açúcar apenas para Portugal, e comprar manufaturados apenas do mesmo, o que é mais uma forma de garantir a alta lucratividade, já que tendo o monopólio do produto poderia-se controlar o preço deste. Mas essa prática não funciona perfeitamente, Portugal por exemplo vai depender muitas vezes do capital estrangeiro, principalmente o flamenco, para a produção do açúcar, vai depender das praças de Antuérpia para escoar sua produção e para agravar ainda mais a Coroa não necessariamente reinvestia na empresa do Oriente.

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domingo, 9 de janeiro de 2011

Elementos de Análise do Discurso - Luiz Fiorin



Elementos de Análise do Discurso - José Luiz Fiorin

Nossa escola ensina os alunos a escrever períodos e cobra deles a produção de textos. No entanto, o texto não é uma grande frase nem um amontoado de frases. Seu sentido resulta de procedimentos lingüísticos próprios de construção textual e da relação com outros textos. As teorias atuais que tratam do discurso e do texto ora enfatizam sua relação com o universo discursivo, ora acentuam os mecanismos internos de constituição do sentido.
Este livro filia-se à segunda dessas correntes. Não esquece que o texto é um objeto histórico. No entanto, procede a um recorte metodológico, buscando mostrar os mecanismos de construção do texto, como, por exemplo, a estrutura narrativa; a utilização das categorias de pessoa, espaço e tempo para criar efeitos de sentido; os procedimentos de produção de textos que simulam o mundo ou o explicam; as chamadas figuras retóricas entendidas como processos discursivos.

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Londres e Paris no Século XIX: o Espetáculo da Pobreza - Maria Stella Martins Bresciani



Londres e Paris no Século XIX: o Espetáculo da Pobreza - Maria Stella Martins Bresciani

Bairros malditos, de ruas estreitas e populosas onde a cada passo se encontravam homens e mulheres acabados pela miséria e superexploração. Crianças seminuas apodrecendo na sujeira, sufocadas em antros sem luz e sem ar. Crimes, mendicância, violentas manifestações de rua. Essa era a realidade nos bairros operários de Londres e Paris no século XIX. Cidades onde praticamente não havia diferença entre homem trabalhador, pobre e criminoso. Ali rondava o espectro das multidões incontroláveis.

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sábado, 8 de janeiro de 2011

Sobre a Morte e o Morrer - Elisabeth K. Ross



Sobre a Morte e o Morrer - Elisabeth Kluber-Ross

"A morte é um acontecimento que ninguém pode evitar, e passar por ela com naturalidade deveria ser essencial para todo ser humano".

Em seu livro “Sobre a morte e o morrer” a autora mostra o despreparo que todos nós temos ao vivenciar ou mesmo falar sobre a morte. Expõe em seu livro que a morte não é tão dolorosa e amedrontadora se se tratada com naturalidade e como mais uma etapa da vida. Para mostrar ao leitor esse processo de aceitação da morte, a autora narra sua experiência com pacientes em fase terminal no hospital e nos faz ver o despreparo da equipe médica, dos familiares e dos paciente ao lidarem com a morte.

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A Invenção Dos Direitos Humanos - Lynn Hunt



A Invenção Dos Direitos Humanos - Lynn Hunt

Em 1776, a Declaração de Independência dos Estados Unidos, primeiro grande documento histórico de defesa dos direitos humanos, declarava como autoevidente a verdade de que 'todos os homens são criados iguais'. Essas belas palavras, no entanto, não impediram que a instituição da escravidão persistisse naquele país por mais quase um século, e que as mulheres norte-americanas só conquistassem o direito de votar em 1920. Neste livro, a historiadora norte-americana Lynn Hunt entrelaça a crônica dos enventos políticos, a trama dos conceitos filosóficos e a história do cotidiano, mostrando que noções básicas como a liberdade de pensamento ou a inviolabilidade dos corpos são fruto tanto da leitura de romances aparentemente inócuos como de mudanças nas práticas diárias de vida. Os três documentos fundamentais que serviram de eixo à abordagem da autora - as declarações de direitos dos Estados Unidos (1776), da França (1789) e das Nações Unidas (1948) - estão incuídos na íntegra nesta edição.

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Do Governo dos Vivos - Michel Foucault



Do Governo dos Vivos - Michel Foucault

Como foram constituídas as formas de obediência do presente? Como foi possível ao indivíduo moderno essa 'intensa' relação estabelecida dele mesmo com práticas sistemáticas de renúncia da vontade, da liberdade e de si mesmo? Do que procede, nas sociedades ocidentais, a prática da 'servidão voluntária'? São essas questões que o curso de Michel Foucault, 'Do governo dos vivos', pretende elucidar, mostrando alguns segredos da eficácia política dos regimes liberais e neoliberais. Desta forma, como todos os cursos de Foucault, esse também questiona como as pessoas se tornam obedientes, objetiva encorajar os leitores a pensar como ser mais livres.

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Uso e Abuso da História - Moses I. Finley



Uso e Abuso da História - Moses I. Finley

O tema central deste livro é o modo como a história é estudada e usada. No século V a.C. em Atenas, na Inglaterra de Cromwell, nos Estados Unidos do New Deal de Roosevelt, importantes decisões políticas e ideológicas foram sempre influenciadas pelos precedentes do passado. O professor Finley levanta questões cruciais sobre o significado de ?tradição?. Quais devem ser as relações entre história, antropologia e arqueologia? Que sentido podemos atribuir hoje aos antigos sonhos utópicos? A obra se torna particularmente interessante tanto para o leitor em geral como para o historiador profissional na medida em que Finley, ao estudar seja Aristóteles ou Edmund Burke, Platão ou Thomas More, Tucídides, Lévi-Strauss ou Leavis, lança a luz penetrante da sua investigação sobre o passado para esclarecer a importância que esse passado tem hoje para nós.

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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

História do Novo Mundo: Descoberta à Conquista - Carmen Bernand e Serge Gruzinski



História do Novo Mundo: Descoberta à Conquista - Carmen Bernand e Serge Gruzinski

A experiência do contato entre europeus e habitantes do chamado Novo Mundo é apresentada aqui, quinhentos anos depois, de uma perspectiva original. Serge Gruzinski e Carmen Bernand, professores da Ecole de Hautes Etudes en Sciences Sociales de Paris, convocam uma infinidade de documentos e retomam as crônicas referentes aos séculos XV e XVI, para analisar a ambigüidade que marcou o cotidiano da conquista, do México ao Peru. Frente à trama dos vínculos criados entre os conquistadores e as mulheres e os homens da terra, os autores recuperam para o leitor o prazer da narrativa, ao mesmo tempo que elaboram uma hipótese renovada de trabalho, segundo a qual as alianças e lutas internas compõem uma história marcada pela presença de mediadores culturais, responsáveis pela criação de uma nova sociedade.

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Dez Lições Sobre Estudos Culturais - Maria Elisa Cevasco



Dez Lições Sobre Estudos Culturais - Maria Elisa Cevasco

A era das imagens e das mídias determina o aparecimento de novas formas de pensar e analisar a produção simbólica. Na Inglaterra dos anos 1950 aparece uma nova disciplina que procura responder a essas questões e ao mesmo tempo se engajar em um projeto de transformação social que leve à construção de uma cultura em comum.

Em Dez lições, Maria Elisa Cevasco narra a história do aparecimento da nova disciplina dos estudos culturais, suas aventuras e desventuras em um mundo cada vez mais dominado pela incapacidade de imaginar um modo de vida e, portanto, uma cultura diferente. Ao traçar o percurso que leva a disciplina das modestas salas de aula de cursos noturnos para adultos à estrela dos mais avançados departamentos das melhores universidades americanas, a autora avalia seu potencial de contribuição para a mudança social.

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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Pequeno Tratado Das Grandes Virtudes - André Comte-Sponville



Pequeno Tratado Das Grandes Virtudes - André Comte-Sponville

Das virtudes quase não se fala mais. Isso não significa que não precisemos mais delas, nem nos autoriza a renunciar a elas. É melhor ensinar as virtudes, dizia Spinoza, do que condenar os vícios. O objeto deste livro são as virtudes. Sem a pretensão de evocar todas elas, tampouco de esgotar uma em particular, o autor indica neste pequeno tratado - dirigido mais ao grande público que aos filósofos profissionais - as que julga mais importantes, o que são, ou o que deveriam ser, e o que as torna sempre necessárias e sempre difíceis.

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A Felicidade, Desesperadamente - André Comte-Sponville



A Felicidade, Desesperadamente - André Comte-Sponville

'Como eu seria feliz se fosse feliz!' Esta fórmula de Woody Allen talvez diga o essencial - estamos separados da felicidade pela própria esperança que a persegue. A sabedoria, ao contrário, seria viver de verdade, em vez de esperar viver. É aí que encontramos as lições de Epicuro, dos estóicos, de Spinoza ou, no Oriente, de Buda. Só teremos felicidade à proporção da desesperança que seremos capazes de atravessar. A sabedoria é isso mesmo - a felicidade, desesperadamente. Se a filosofia não nos ajuda a ser felizes, ou a ser menos infelizes, para que serve a filosofia?

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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Marxismo e a Questão Racial - Carlos Moore



Marxismo e a Questão Racial - Carlos Moore

Este ensaio agora é visto por muitos como fundamental para a compreensão das relações entre o movimento negro mundial e a esquerda, embora ele fora avaliado – por muitos militantes negros de esquerda, dentro e fora do Brasil – como sendo uma “confabulação” de origem imperialista. Porém, o texto precisa ser analisado sobretudo porque a verdadeira “diabolização” do intelectual cubano, que se seguiu a essa publicação, teve relação direta com o fato de o autor ser um opositor ferrenho do regime castrista no que diz respeito à questão racial.

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A Idade Média - Nascimento do Ocidente - Hilário Franco



A Idade Média - Nascimento do Ocidente - Hilário Franco

O objetivo do livro “A Idade Média e o Nascimento do Ocidente” é analisar o período medieval levando em conta suas estruturas sociais, políticas, econômicas, eclesiásticas e mentais. O texto foi organizado de forma que cada capítulo do livro descreva uma dessas estruturas dentro da ordem cronológica dos fatos.
O período entre os séculos IV e XVI é tradicionalmente conhecido por Idade das Trevas, Idade da Fé ou, com mais freqüência, Idade Média. Todos eles rótulos pejorativos, que escondem a importância daquela época na qual surgiram os traços essenciais da civilização ocidental. Nesta, mesmo países surgidos depois daquela fase histórica - caso do Brasil - têm muito mais de medieval do que à primeira vista possa parecer. Olhar para a Idade Média é estabelecer contato com coisas que nos são ao mesmo tempo familiares e estranhas, é resgatar uma infância longínqua que tendemos a negar mas da qual somos produto. De fato, para o homem de o Ocidente atual compreender em profundidade a Idade Média é um exercício imprescindível de autoconhecimento.

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Construir Competências Desde A Escola - Philippe Perrenoud



Construir Competências Desde A Escola - Philippe Perrenoud

O sucesso na escola não é um fim em si mesmo. Além de cada aprendizado preparar para as etapas subseqüentes do curriculo escolar, o aluno deverá ser capaz de mobilizar suas aquisições escolares fora da escola, em situaçôes diversas, complexas, imprevisíveis. Hoje, essa preocupação é expressa no que se costuma chamar de problemática da transposição didática ou de construção das competências.

Nesta obra, Philippe Perrenoud apresenta, de forma brilhante, perspectivas e limitações de colocar-se em prática, na sala de aula, a construção das competências e a transposição didática.

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Magia e Técnica, Arte e Política - Walter Benjamin



Magia e Técnica, Arte e Política - Walter Benjamin

Com este livro, constam deste primeiro volume alguns dos mais importantes textos do filósofo, como os ensaios sobre o conceito de História, o Surrealismo, a obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica e a fotografia, e as análises das obras de Marcel Proust e Franz Kafka.

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