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Amigas e Amigos,

Alguns blogs vem sendo apagados repentinamente pelo Google. Esperamos que isso não aconteça com este blog, pois nossa tarefa aqui é a de oferecer informação e reflexão. Desta forma, como precaução e na perspectiva de continuar a disseminar as vertentes instrumentalizadas em forma de livros, revistas e artigos que existem e promovem o desenvolvimento, recomendamos que insira em seus favoritos nosso endereço paralelo:


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Atenciosamente,

Marcos Paulo

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Para Ler o Pato Donald: Comunicação de Massa e Colonialismo - Ariel Dorfman e Armand Mattelart



Para Ler o Pato Donald: Comunicação de Massa e Colonialismo - Ariel Dorfman e Armand Mattelart

O livro é uma análise de como a sociedade é representada nos quadrinhos Disney sobre o viés marxista. Junto a isso, os autores analisam um dos mais poderosos veículos das comunicações de massa, os quadrinhos, que se transformam em desenhos animados nas salas de cinema e na televisão, gerando inúmeros outros produtos. Reconhecendo a importância dessa indústria cultural, eles apontam o seu símbolo máximo, Walt Disney, examinando minuciosamente a influência exercida pelos personagens disneyanos na educação e no relacionamento social de crianças de todo o mundo.

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O Negócio É Ser Pequeno - E.F. Schumacher



O Negócio É Ser Pequeno - E.F. Schumacher

A “lógica da produção” não é a lógica da vida nem da sociedade. É uma pequena parte subalterna de ambas. As forças destruidoras desencadeadas por ela não podem ser controladas, salvo se a própria “lógica da produção” for controlada — de modo a que tais forças deixem de ser desencadeadas. É de pouca utilidade tentar suprimir o terrorismo se a produção de artefatos mortíferos continuar sendo considerada um emprego legítimo dos poderes criadores do homem. Nem pode a luta contra a poluição ser bem sucedida se os modelos de produção e consumo continuarem a existir numa escala, complexidade e grau de violência que, conforme está ficando cada vez mais evidente, não se enquadram nas leis do universo a que o homem está tão sujeito quanto o restante da criação. Tampouco existirá a possibilidade de reduzir a taxa de esgotamento de recursos ou de criar harmonia nas relações entre os que possuem e os que não possuem riqueza e poder enquanto não existir em parte alguma a idéia de que ter o bastante é bom e ter mais do que o bastante é mau.

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