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Atenciosamente,

Marcos Paulo

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Foucault - Gilles Deleuze



Foucault - Gilles Deleuze

Como define Foucault "ver" e "falar", de forma a constituir uma nova compreensão do Saber? Nesta perspectiva, o que é um "enunciado", na sua diferença com as palavras, as frases e as proposições? Como determina Foucault as relações de forças, de forma a constituir uma nova concepção do Poder? Por que institui ele um terceiro eixo, que permite "transpor a linha"? Que Linha do Fora é esta, sempre invocada por Foucault? E qual o seu sentido político, literário, filosófico? Em que é que a "morte do homem" é um acontecimento nem triste nem catastrófico, antes uma mutação das coisas e do pensamento?
Este livro propõe-se analisar as perguntas e respostas de Foucault, que formam uma das grandes filosofias do século XX, operando um devir da linguagem e da vida.

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A Doença Como Metáfora - Susan Sontag



A Doença Como Metáfora - Susan Sontag

Neste livro, Susan Sontag mostra como as representações sobre duas importantes patologias das sociedades modernas (o câncer e a tuberculose) são produzidas através da literatura ficcional, dos discursos médicos, psiquiátricos e militares que acabam criando e reforçando falsas crenças sobre os processos de adoecimento, associando a eles, sobretudo, um processo fatal de desenlace, de vestíbulo da morte.

Para ela, o melhor caminho da volta à saúde é justamente o da resistência a essas representações que não levam em conta o trabalho de cura que ocorre através da inteligência de um corpo que se redescobre a si mesmo. Também é interessante como analisa a presença da retórica da doença no discurso político.

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