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Marcos Paulo

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Deus e o Estado - Mikhail Alexandrovich Bakunin



Deus e o Estado - Mikhail Alexandrovich Bakunin

A origem da religião está no desconhecimento de nossos antepassados do mundo que os cercava, das Leis Naturais. Assim, inteligência, vida, relações e movimentos saem da matéria, passam de serem meras manifestações naturais e tornam-se abstração: Deus.

Criado o plantel de deuses, o Homem não tinha conhecimento que ele próprio o havia criado, e passa assim a temê-lo e a ser seu escravo. Rapidamente, surge uma casta de intermediadores, que aproveitando-se da ignorância e da pobreza reinantes passa a utilizar-se da religiosidade para seu próprio proveito. Tendo os deuses se estabelecido no imaginário coletivo, surge o clero, os inspirados intermediadores da sabedoria dos deuses, ou seja, a autoridade e a hierarquia do conhecimento e da inspiração.

Voltaire disse uma célebre frase: se Deus não existisse, seria preciso inventá-lo. Bakunin, rebate-a: se Deus existisse, seria preciso aboli-lo, afinal, se Deus existe, o homem é escravo; ora, o homem pode, deve ser livre, portanto, Deus não existe. Voltaire, entretanto, não compreendeu que o Deus que ele buscava não era o dos idealistas, e sim o dos materialistas, ou seja, o Estado.

A manipulação dos fiéis permite então a rápida acumulação de poder e propriedades nas mãos da casta dirigente, que passa a utilizar-se desta grandiosidade para buscar por novas formas de conquistar mais poder e fontes de riqueza, e encontra assim a formação do Estado como uma excelente base para administrar e justificar seu poder, fazendo com que em uma via de dupla mão, ambos - Igreja e Estado - beneficiem-se mutuamente do poder para conquistar ainda mais poder e mais recursos para seus dirigentes.

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