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Marcos Paulo

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

As receitas fiscais de desenvolvimento regional no México: 1980-2006 - Genaro Sánchez Barajas



As receitas fiscais de desenvolvimento regional no México: 1980-2006 - Genaro Sánchez Barajas

A crise financeira internacional que começou em outubro de 2008, afetou negativamente a economia global, praticamente todos os países foram afetados e, portanto, a economia mexicana, não é única.

Para enfrentá-la o instrumento utilizado pelo governo mexicano foi uma política anticíclica baseada na alocação de recursos para o aumento da infra-estrutura básica, social e produtiva. Infelizmente, não foi este o renascimento desejado pela estratégia orçamental. O Banco do México (30 de julho) informou recentemente que o PIB sofreu uma queda de 5,1% no primeiro semestre e 10,4% no segundo trimestre deste ano. Isso, segundo o Ministério das Finanças (30 de julho), resultou no mercado de trabalho em 600 mil postos a menos de Junho de 2008 a junho de 2009, uma vez que, por exemplo, para citar um caso em maio passado, a economia caiu 11,1%, de acordo com o INEGI.

A crítica situação econômica foi agravada pelo fato de que as finanças públicas dos três níveis de governo relatarem uma queda nas receitas fiscais uma vez que o enfraquecimento da atividade econômica é automaticamente reduzida pela cobrança de receitas fiscais.

Devido ao acima exposto é que o consenso tem sido gradual a idéia de que temos de mudar o modelo econômico, que temos de reforçar as finanças públicas com recursos adicionais, como um primeiro passo, parar a deterioração da economia e em uma segunda, reverse a crise na recuperação econômica para 2010.

Neste sentido, estima-se que, durante o declínio nos preços de exportação de petróleo e, consequentemente, o crescimento econômico terá um impacto em uma menor cobrança. Aventura-se a previsão de que o déficit fiscal em 2009 será da ordem de 300 mil dólares milhões de euros para que em 2010 poderia chegar a US $ 500 mil (Leyva et al, 2009). É de se admirar, uma vez que a economia tem sido realizada sem ser paralisada até mesmo com os subsídios da federação, em especial no Ministério de Energia que representam 97% das despesas (El Financiero, 2009), enquanto as unidades são foi reduzido em 49,214 milhões de pesos (Idem, 2009).

Download do livro (espanhol): http://www.eumed.net/libros/2009c/570/570.zip

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