quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ciência e Comportamento Humano - B.F Skinner



Ciência e Comportamento Humano - B.F Skinner

Muita gente interessada no comportamento humano não sente a necessidade de padrões e critérios de prova, característicos de uma ciência exata; as uniformidades no comportamento são óbvias mesmo sem eles. Ao mesmo tempo, relutam em aceitar as conclusões que tais provas inevitavelmente apontam, se não sentirem por si próprios a uniformidade. Mas estas idiossincrasias são um luxo dispendioso. Não é preciso defender os métodos da ciência na sua aplicação ao comportamento.

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Indicadores Sociodemográficos Prospectivos para o Brasil 1991-2030 - IBGE



Indicadores Sociodemográficos Prospectivos para o Brasil 1991-2030 - IBGE

O processo de envelhecimento da população e a persistência das desigualdades sociais e regionais nas próximas duas décadas são algumas das principais conclusões do estudo Indicadores Sociodemográficos Prospectivos para o Brasil 1991-2030, projeto inédito do IBGE, em parceria com o Fundo de População das Nações Unidas (ONU). O estudo demonstra que os indicadores de fecundidade e de mortalidade correspondentes às regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste permanecerão, nos próximos anos, em níveis mais baixos que os das regiões Norte e Nordeste. Em relação à esperança de vida ao nascer, todas as grandes regiões estarão em níveis próximos aos 80 anos. Já com relação à fecundidade, os números médios de filhos por mulher tenderão a não garantir a reposição das gerações, sobretudo nas Regiões Nordeste e Sul, que deverão permanecer com balanço negativo entre entradas e saídas de pessoas devido à migração. A fecundidade também deverá ter aumento entre as mulheres jovens. As mortalidades no primeiro ano de vida e dos menores de 5 anos de idade continuarão em suas trajetórias de declínio, atingindo níveis abaixo de 10%o (dez mortes a cada mil nascidos vivos), no Sudeste, Sul e Centro-Oeste brasileiros, e patamares superiores a este no Norte e Nordeste. Para o total do país, a taxa de mortalidade infantil, bem como a probabilidade de um recém-nascido falecer antes de completar o quinto ano de vida alcançarão, em 2030, 11,53% e 15,98%, respectivamente, cifras que garantem, ao menos se considerada a média nacional, o cumprimento do Quarto Objetivo do Milênio1, que diz respeito à redução da mortalidade na infância.

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terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Que É História - Vavy Pacheco Borges



O Que É História - Vavy Pacheco Borges

Há muito que a História está, no Brasil, confinada à prisão das escolas e universidades. Encontra-se, pois, afastada de sua principal finalidade: levar o ser humano a refletir sobre as formas de vida e de organização social em todos os tempos e espaços, procurando compreender e explicar suas causas e implicações. E uma vez que presente e passado estão indissociavelmente ligados na História, o ensino e o estudo dessa disciplina se tornam imprescindíveis para o perfeito entendimento dos tempos modernos.

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A Vida de Laboratório - A produção dos fatos científicos - Bruno Latour e Steve Woolgar



A Vida de Laboratório - A produção dos fatos científicos - Bruno Latour e Steve Woolgar

Como ocorre a produção de fatos científicos? No mundo todo a antropologia já estudou tribos, costumes exóticos, representações simbólicas, tradições populares e os cultos mais complexos. Mas a indústria, a técnica, a ciência e a administração pouquíssimas vezes foram estudados.

Ninguém imagina como é o dia-a-dia de um laboratório - técnicos que entram e saem, pesquisadores debruçados em suas bancadas e pilhas de papel, instrumentos, materiais, substâncias químicas e animais que chegam a todo momento, milhares de dólares gastos a cada dia e, talvez, algum mistério decifrado. "Um quebra-cabeça quase terminado guiado por um campo invisível", define o etnólogo francês Bruno Latour, que se uniu ao sociológo inglês Steve Woolgar para analisar a produção social do objeto científico. Assim nasceu este estudo inédito sobre a vida de laboratório e a produção dos fatos científicos.

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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Era dos Impérios: 1875-1914 - Eric J. Hobsbawm



Era dos Impérios: 1875-1914 - Eric J. Hobsbawm

A palavra Imperialismo já foi utilizada de várias maneiras diferentes ao longo da história. O imperialismo pode ser considerado como um fenômeno histórico ocorrido no período entre 1875 e 1914. Nesse período, o mundo foi dividido entre as potências imperiais: Grã-Bretanha, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Itália, EUA, Japão e Rússia. Mais de um quarto do mundo estava sob o controle direto, ou como área de influência de pouco mais de uma dúzia de países.
O fenômeno do Imperialismo possui diversas dimensões, entre elas a econômica, a política, a cultural, a ideológica e a psicológica. Hobsbawm, neste livro, realiza uma análise dos anos que definiram o mundo no século XX, quando um longo período de paz, expansão capitalista e dominação européia desembocaram, no entanto, em guerra e crise. Hobsbawm integra a cultura, a política e a vida social das décadas que antecederam a Primeira Guerra Mundial, construindo uma interpretação estimulante e inovadora.

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Ecos da Marselhesa - Eric J. Hobsbawm



Ecos da Marselhesa - Eric J. Hobsbawm

Neste livro, o historiador inglês Eric J. Hobsbawm enfrenta as tentativas de revisão historiográfica da Revolução Francesa que tiveram grande repercussão por ocasião do recente bicentenário da tomada da Bastilha. Nesse sentido, Hobsbawm se propõe não só defender como explicar a interpretação de inspiração marxista que atualmente é alvo da crítica revisionista. Para tanto, ele situa a Revolução Francesa na história dos séculos XIX e XX, examinando o processo de sua recepção nestes duzentos anos e o significado de sua herança. As conexões teóricas e políticas da Revolução Francesa com a Revolução Russa também são exploradas: 1917 aparece como a realização dos ideais de 1789 e isso tem impacto na historiografia contemporânea. Ecos da Marselhesa conclui analisando como a crise do socialismo real e do paradigma comunista no fim do século XX acabou por atingir a tradição marxista de interpretação da Revolução Francesa.

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terça-feira, 24 de agosto de 2010

8va. Bienal del Coloquio de Transformaciones Territoriales



Prezadas e prezados,

Entre os dias 25 e 28 de maio, estarei participando da 8va. Bienal del Coloquio de Transformaciones Territoriales, organizado por el Comité de Desarollo Regional (AUGM), em Buenos Aires, Argentina.
No evento, apresentarei os artigos "A crise financeira de 2008 a 2009 e o emprego – breves considerações sobre suas conseqüências nos coredes do Rio Grande do Sul (BR)" e "A participação popular em questão: conselhos de desenvolvimento regional – coredes – do Rio Grande do Sul(BR) e os conselhos regionais – Cores – do Chile: Explicitações e (algumas) sugestões".
Caso tenha interesse neste artigo e em outros que abordam a questão das tranformações na sociedade atual, acesse: Clique aqui!

No dia 31 de agosto, retorno a tarefa de oferecer informação e reflexão no que concerne a dinâmica do desenvolvimento. Enquanto isso, utilize a caixa de diálogo para solicitar alguma obra que procuras. Na medida do possível, iremos disponibilizá-la.

Boa semana a todos e todas. Até lá.

MP

I Congresso Internacional e III Seminário Nacional De Desenvolvimento Regional

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