sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Espaço Biográfico: dilemas da subjetividade contemporânea - Leonor Arfuch


O Espaço Biográfico: dilemas da subjetividade contemporânea - Leonor Arfuch

Este livro reflete sobre os desdobramentos de uma tríade de questões: subjetividade, modo de narrar e razão dialógica, relevantes para o pensamento contemporâneo. Investiga a complexa relação entre sujeito, linguagem, sociedade, discursos representativos do biográfico, as formas narrativas que estes assumem na constituição de valores compartilhados, práticas de comportamento e vidas imaginárias.

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Marginália Platônica - Carlos Alberto Nunes


Marginália Platônica - Carlos Alberto Nunes

Trata-se de uma introdução do especialista a todos os diálogos platônicos e abre a coleção de suas traduções. A coleção é estruturada em 14 volumes.

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Teoria Simbólica - Norbert Elias


Teoria Simbólica - Norbert Elias

Este último livro de Norbert Elias exprime, de forma exemplar, as virtualidades da síntese de conhecimentos com origem nas ciências naturais e sociais, por um lado, e nas diferentes ciências sociais, por outro.

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pós-estruturalismo e filosofia da diferença - Michaels Peters


Pós-estruturalismo e filosofia da diferença - Michaels Peters

Michael Peters descreve os pontos de contato e as afinidades entre o pós-estruturalismo e a chamada 'filosofia da diferença'. Ao caracterizar a filosofia da diferença como uma rejeição aos pressupostos da filosofia da consciência e da dialética, o autor vincula o pós-estruturalismo não apenas ao estruturalismo, mas também à virada filosófica que se dá em reação ao hegelianismo então reinante no pensamento francês.

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I Ching - Richard Wilhem


I Ching - Richard Wilhem

O I Ching ou Livro das Mutações, é um texto clássico chinês composto de várias camadas, sobrepostas ao longo do tempo. É um dos mais antigos e um dos únicos textos chineses que chegaram até nossos dias. Ching, significando clássico, foi o nome dado por Confúcio à sua edição dos antigos livros. Antes era chamado apenas I: o ideograma I é traduzido de muitas formas, e no século XX ficou conhecido no ocidente como "mudança" ou "mutação"
Esta obra é a versão mais abalizada deste clássico da sabedoria oriental, a partir da versão do original chinês para o alemão realizada e comentada pelo sinólogo alemão Richard Wilhem, incluindo o prefácio da edição inglesa de C.G. Jung.

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

O Matrimônio - Sören Kierkegaard


O Matrimônio - Sören Kierkegaard

Para Kierkegaard, o que distingue o matrimônio da voluptosidade é o elemento de eternidade nele contido. O livro representa um dos livros-chave para o entendimento do existencialismo cristão, do qual Kierkegaard foi um dos maiores intérpretes.

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Pesquisa: Princípio Científico e Educativo - Pedro Demo


Pesquisa: Princípio Científico e Educativo - Pedro Demo

Não deve haver separação entre ensino e pesquisa. Antagonismo entre professor que apenas ensina (que não pesquisa) e pesquisadores exclusivos (que não ensinam). Desmitificar a pesquisa significa também o reconhecimento da sua imissão natural na prática. Quem ensina precisa pesquisar; quem pesquisa precisa ensinar. Pesquisa não é só busca de conhecimento, mas atitude política. Compreendida como capacidade de elaboração própria, a pesquisa condensa-se numa multiplicidade de horizontes no contexto científico e deve aparecer em todo o trajeto educativo Ao lado da preocupação empírica, deve haver preocupação teórica. A teoria faz parte de qualquer projeto de captação da realidade, a começar pelo desafio de definir o que seja real. Teoria e prática detêm a mesma relevância cientifica e constituem no fundo um todo só. Torna-se fatal a distinção entre ciência pura e aplicada, entre teoria e prática, por questão de método. Problema do cientista é somente saber, estudar, analisar, não intervir, mudar, questionar. A capacidade de questionamento da pesquisa, não admite resultados definitivos, e estabelece a provisoriedade metódica como fonte principal da renovação cientifica. A pesquisa também pode ser vista no contexto dos interesses sociais. O confronto histórico-estrutural de interesses é que perfaz o ambiente típico da comunicação e do dialogo. Estes se tornam necessários e inevitáveis, não por harmonia funcional, mas por sobrevivência.

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I Congresso Internacional e III Seminário Nacional De Desenvolvimento Regional

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