Um Toque de Clássicos - Marx, Durkheim e Weber
TANIA QUINTANEIRO, MARIA LIGIA DE OLIVEIRA BARBOSA, MARCIA GARDENIA MONTEIRO DE OLIVEIRA
Através da abordagem de tópicos fundamentais da obra de Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber, Um toque de clássicos busca facilitar aos leitores o acesso ao pensamento desses três grandes teóricos da Sociologia. Através do uso de citações e de sua análise sistemática, esse livro oferece uma coerente visão de conjunto, ampliando seu foco de abrangência a textos menos divulgados; Obra rara e esgotada.
Download do livro: http://www.4shared.com/file/114924015/40a7c0ef/Um_toque_de_clssicos_-_Durkheim_Marx_Weber_-_Sociologia.html
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A Sociologia de Durkheim
Émile Durkheim (Épinal, 15 de abril de 1858 — Paris, 15 de novembro de 1917) é considerado um dos pais da sociologia moderna. Durkheim foi o fundador da escola francesa de sociologia, posterior a Marx, que combinava a pesquisa empírica com a teoria sociológica. É reconhecido amplamente como um dos melhores teóricos do conceito da coesão social.
Partindo da afirmação de que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas", forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade, em que o normal seria aquilo que é ao mesmo tempo obrigatório para o indivíduo e superior a ele, o que significa que a sociedade e a consciência coletiva são entidades morais, antes mesmo de terem uma existência tangível. Essa preponderância da sociedade sobre o indivíduo deve permitir a realização desse, desde que consiga integrar-se a essa estrutura.
Para que reine certo consenso nessa sociedade, deve-se favorecer o aparecimento de uma solidariedade entre seus membros. Uma vez que a solidariedade varia segundo o grau de modernidade da sociedade, a norma moral tende a tornar-se norma jurídica, pois é preciso definir, numa sociedade moderna, regras de cooperação e troca de serviços entre os que participam do trabalho coletivo (preponderância progressiva da solidariedade orgânica).
http://www.4shared.com/file/114922950/7e1b9537/Durkheim_Emile_-_A_Sociologia_de_Durkheim.html
Partindo da afirmação de que "os fatos sociais devem ser tratados como coisas", forneceu uma definição do normal e do patológico aplicada a cada sociedade, em que o normal seria aquilo que é ao mesmo tempo obrigatório para o indivíduo e superior a ele, o que significa que a sociedade e a consciência coletiva são entidades morais, antes mesmo de terem uma existência tangível. Essa preponderância da sociedade sobre o indivíduo deve permitir a realização desse, desde que consiga integrar-se a essa estrutura.
Para que reine certo consenso nessa sociedade, deve-se favorecer o aparecimento de uma solidariedade entre seus membros. Uma vez que a solidariedade varia segundo o grau de modernidade da sociedade, a norma moral tende a tornar-se norma jurídica, pois é preciso definir, numa sociedade moderna, regras de cooperação e troca de serviços entre os que participam do trabalho coletivo (preponderância progressiva da solidariedade orgânica).
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Novíssimo Dicionário de Economia
Dicionário de termos econômicos, além de biografias de pensadores e economistas de Paulo Sandroni.
Download do dicionário: http://www.4shared.com/file/114921048/74bfb825/novssimo_dicionrio_de_economia_-_paulo_sandroni.html
Download do dicionário: http://www.4shared.com/file/114921048/74bfb825/novssimo_dicionrio_de_economia_-_paulo_sandroni.html
Traduzindo o Economês para entender a economia brasileira
Traduzindo o Economês para entender a economia brasileira
Livro que explica de maneira simples os termos econômicos presentes nos noticiários da atualidade. Leitura indispensável para entender o mundo atual.
Download do livro completo: http://www.4shared.com/file/114919686/b92bf4a3/Traduzindo_o_Economs_para_entender_a_economia_brasileira__livro_.html
Livro que explica de maneira simples os termos econômicos presentes nos noticiários da atualidade. Leitura indispensável para entender o mundo atual.
Download do livro completo: http://www.4shared.com/file/114919686/b92bf4a3/Traduzindo_o_Economs_para_entender_a_economia_brasileira__livro_.html
50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo
50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo
A obra, organizada pelo UNV (Programa de Voluntários das Nações Unidas) e pelo PNUD, apresenta projetos brasileiros bem-sucedidos em áreas ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Download do material completo: http://www.4shared.com/file/114918111/4b7eaba9/50jeitos.html
A obra, organizada pelo UNV (Programa de Voluntários das Nações Unidas) e pelo PNUD, apresenta projetos brasileiros bem-sucedidos em áreas ligadas aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Download do material completo: http://www.4shared.com/file/114918111/4b7eaba9/50jeitos.html
Darcy Ribeiro, em O Povo Brasileiro
Darcy Ribeiro, em O Povo Brasileiro
"Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos viveu por séculos sem consciência de si... Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros..."
"Os iberos se lançaram à aventura no além-mar... desembarcavam sempre desabusados, atentos aos mundos novos, querendo fruí-los, recriá-los, convertê-los e mesclar-se racialmente com eles... "
Download do livro: http://www.4shared.com/file/114917553/9e76b70b/Darcy_Ribeiro_O_Povo_Brasileiro.html
"Nós, brasileiros, somos um povo em ser, impedido de sê-lo. Um povo mestiço na carne e no espírito, já que aqui a mestiçagem jamais foi crime ou pecado. Nela fomos feitos e ainda continuamos nos fazendo. Essa massa de nativos viveu por séculos sem consciência de si... Assim foi até se definir como uma nova identidade étnico-nacional, a de brasileiros..."
"Os iberos se lançaram à aventura no além-mar... desembarcavam sempre desabusados, atentos aos mundos novos, querendo fruí-los, recriá-los, convertê-los e mesclar-se racialmente com eles... "
Download do livro: http://www.4shared.com/file/114917553/9e76b70b/Darcy_Ribeiro_O_Povo_Brasileiro.html
domingo, 7 de junho de 2009
Relatório do Desenvolvimento Humano 2007/2008
Combater a mudança do clima: Solidariedade Humana em um mundo dividido.
O relatório faz um mapeamento da ameaça representada pelas mudanças climáticas e afirma que o mundo caminha para um ponto em que os países e as pessoas mais pobres podem ficar permanentemente aprisionados num ciclo de pobreza. O estudo recomenda que as emissões de gases do efeito estufa, em 2050, sejam reduzidas em pelo menos 80% em relação a 1990. A publicação traz também o ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), em que pela primeira vez o Brasil aparece entre os países de alto desenvolvimento humano.
Download do estudo completo: http://www.4shared.com/file/110485775/a96f39e5/hdr_20072008_pt_complete.html
O relatório faz um mapeamento da ameaça representada pelas mudanças climáticas e afirma que o mundo caminha para um ponto em que os países e as pessoas mais pobres podem ficar permanentemente aprisionados num ciclo de pobreza. O estudo recomenda que as emissões de gases do efeito estufa, em 2050, sejam reduzidas em pelo menos 80% em relação a 1990. A publicação traz também o ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), em que pela primeira vez o Brasil aparece entre os países de alto desenvolvimento humano.
Download do estudo completo: http://www.4shared.com/file/110485775/a96f39e5/hdr_20072008_pt_complete.html
Novo IDH será mais sensível às desigualdades
Brasília, 26/05/2009
América Latina terá IDH mais sensível às desigualdades
Versão do índice que pode incluir diferenças como as de gênero e cor é desenvolvida para ser aplicada em pelo menos dez países da região
Ag Brasil_Fabio Pozzebom
PrimaPagina
Pelo menos dez países da América Latina e do Caribe deverão contar com uma versão do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) capaz de refletir as desigualdades internas. O indicador ainda está sendo desenvolvido e pretende aprofundar a análise de desenvolvimento humano para incluir diferenças como acesso à educação, localização geográfica, gênero e cor. Ele deve ajustar o IDH tradicional com base no nível de desigualdade de cada nação.
Os países que confirmaram intenção em participar da análise foram: Argentina, Bolivia, Chile, El Salvador,Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. A participação depende da disponibilidade de dados de cada nação. O Brasil, por enquanto, não deve participar do relatório, mas, de acordo com o coordenador do RDH no Brasil, Flávio Comim, é possível que seja incluído antes da publicação do texto.
O novo indicador deve calcular a desigualdade entre os componentes do IDH (relacionados à saúde, educação e renda) e ser comparado com o IDH “comum” desses países como forma de medir o impacto da desigualdade neste índice. Ele fará parte do Relatório Regional de Desenvolvimento Humano da América Latina e do Caribe 2008/2009, que tem como assunto principal a desigualdade. O tema é bem conhecido nos países da região, já que esta é uma das áreas mais desiguais do mundo, de acordo com os pesquisadores. A principal questão a ser discutida no relatório será a transferência da situação de desigualdade de geração para geração.
A nota conceitual do relatório regional (que descreve os pontos a serem trabalhados pelo estudo) define o desenvolvimento humano como “uma expansão das opções reais das pessoas entre planos de vida alternativos, uma expansão de suas liberdades efetivas”. Segundo o texto, este conceito foi desenvolvido “no contexto da discussão sobre a dimensão na qual deveria medir-se a igualdade. (...) A igualdade é um dos valores que compõem a própria noção de desenvolvimento humano.”
Na América Latina e no Caribe, a falta desta igualdade é um fator limitador da democracia, afirma a nota. Em seu relatório nacional de 2005 (cujo tema era Racismo, pobreza e violência), o Brasil analisa as desigualdades raciais. A conclusão do estudo foi que “os negros estão em situação pior em todos os indicadores”, segundo o resumo do documento. A nota conceitual do próximo relatório regional cita também outros países que já discutiram o tema em relatório. Honduras, por exemplo, em seu relatório de desenvolvimento de 2006, constata que “os altos níveis de desigualdade no acesso a serviços e fontes de receita limitam a capacidade da sociedade hondurenha de se auto-regular, debilitando a democracia”. No Paraguai, a desigualdade tem conseqüências semelhantes, com a diferença de, neste país, o fator destacado (desta vez pelo relatório de 2008) foram as relações entre quem detém o poder político e econômico e o resto da sociedade.
O texto problematiza a questão da manutenção da desigualdade usando como exemplo o fato de que crianças, quando em situação de desnutrição, não desenvolverem suas capacidades cognitivas plenamente, resultando num baixo aproveitamento escolar. Esta situação leva, num longo prazo, em menos produtividade no trabalho e menores salários.
Para discutir essa questão, o relatório regional vai analisar, entre outros pontos, “a importância relativa de fatores próprios do lar em que vivem os jovens (como escolaridade de pai e mãe, nível de renda e localização geográfica)”, e a influência de questões de gênero no bem-estar das pessoas.
Fonte: http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3216&lay=pde
América Latina terá IDH mais sensível às desigualdades
Versão do índice que pode incluir diferenças como as de gênero e cor é desenvolvida para ser aplicada em pelo menos dez países da região
Ag Brasil_Fabio Pozzebom
PrimaPagina
Pelo menos dez países da América Latina e do Caribe deverão contar com uma versão do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) capaz de refletir as desigualdades internas. O indicador ainda está sendo desenvolvido e pretende aprofundar a análise de desenvolvimento humano para incluir diferenças como acesso à educação, localização geográfica, gênero e cor. Ele deve ajustar o IDH tradicional com base no nível de desigualdade de cada nação.
Os países que confirmaram intenção em participar da análise foram: Argentina, Bolivia, Chile, El Salvador,Guatemala, Honduras, México, Nicaragua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai. A participação depende da disponibilidade de dados de cada nação. O Brasil, por enquanto, não deve participar do relatório, mas, de acordo com o coordenador do RDH no Brasil, Flávio Comim, é possível que seja incluído antes da publicação do texto.
O novo indicador deve calcular a desigualdade entre os componentes do IDH (relacionados à saúde, educação e renda) e ser comparado com o IDH “comum” desses países como forma de medir o impacto da desigualdade neste índice. Ele fará parte do Relatório Regional de Desenvolvimento Humano da América Latina e do Caribe 2008/2009, que tem como assunto principal a desigualdade. O tema é bem conhecido nos países da região, já que esta é uma das áreas mais desiguais do mundo, de acordo com os pesquisadores. A principal questão a ser discutida no relatório será a transferência da situação de desigualdade de geração para geração.
A nota conceitual do relatório regional (que descreve os pontos a serem trabalhados pelo estudo) define o desenvolvimento humano como “uma expansão das opções reais das pessoas entre planos de vida alternativos, uma expansão de suas liberdades efetivas”. Segundo o texto, este conceito foi desenvolvido “no contexto da discussão sobre a dimensão na qual deveria medir-se a igualdade. (...) A igualdade é um dos valores que compõem a própria noção de desenvolvimento humano.”
Na América Latina e no Caribe, a falta desta igualdade é um fator limitador da democracia, afirma a nota. Em seu relatório nacional de 2005 (cujo tema era Racismo, pobreza e violência), o Brasil analisa as desigualdades raciais. A conclusão do estudo foi que “os negros estão em situação pior em todos os indicadores”, segundo o resumo do documento. A nota conceitual do próximo relatório regional cita também outros países que já discutiram o tema em relatório. Honduras, por exemplo, em seu relatório de desenvolvimento de 2006, constata que “os altos níveis de desigualdade no acesso a serviços e fontes de receita limitam a capacidade da sociedade hondurenha de se auto-regular, debilitando a democracia”. No Paraguai, a desigualdade tem conseqüências semelhantes, com a diferença de, neste país, o fator destacado (desta vez pelo relatório de 2008) foram as relações entre quem detém o poder político e econômico e o resto da sociedade.
O texto problematiza a questão da manutenção da desigualdade usando como exemplo o fato de que crianças, quando em situação de desnutrição, não desenvolverem suas capacidades cognitivas plenamente, resultando num baixo aproveitamento escolar. Esta situação leva, num longo prazo, em menos produtividade no trabalho e menores salários.
Para discutir essa questão, o relatório regional vai analisar, entre outros pontos, “a importância relativa de fatores próprios do lar em que vivem os jovens (como escolaridade de pai e mãe, nível de renda e localização geográfica)”, e a influência de questões de gênero no bem-estar das pessoas.
Fonte: http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3216&lay=pde
Reforma Política no Brasil
Reforma Política no Brasil
Livro editado pelo PNUD e pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) para sistematizar a discussão e lançar foco sobre cada ponto do debate sobre a (tão falada e delongada) reforma política no Brasil. A publicação reúne textos de 42 acadêmicos do Brasil e do exterior, abordando temas como financiamento de campanha, migração partidária, corrupção, voto obrigatório, iniciativa popular e vantagens e desvantagens do sistema de presidencialismo de coalizão.
Donwload do estudo completo: http://www.4shared.com/file/110478388/2775be47/reformapol.html
Livro editado pelo PNUD e pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) para sistematizar a discussão e lançar foco sobre cada ponto do debate sobre a (tão falada e delongada) reforma política no Brasil. A publicação reúne textos de 42 acadêmicos do Brasil e do exterior, abordando temas como financiamento de campanha, migração partidária, corrupção, voto obrigatório, iniciativa popular e vantagens e desvantagens do sistema de presidencialismo de coalizão.
Donwload do estudo completo: http://www.4shared.com/file/110478388/2775be47/reformapol.html
Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente - PNUD
Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente
Este relatório da CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e do Programa das Nações Uunidas - PNUD analisa a experiência brasileira da década de 90 e da primeira década do século 21. O estudo mostra que crescimento econômico é necessário, mas não suficiente, para melhorar o desenvolvimento humano: só o acesso a trabalho decente pode fazer a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) traduzir-se em melhoria do bem-estar social.
Download do estudo completo(zipado):http://www.4shared.com/file/110476060/55b4d291/Mercado_de_Trabalho_no_Brasil_-_PNUD.html
Este relatório da CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e do Programa das Nações Uunidas - PNUD analisa a experiência brasileira da década de 90 e da primeira década do século 21. O estudo mostra que crescimento econômico é necessário, mas não suficiente, para melhorar o desenvolvimento humano: só o acesso a trabalho decente pode fazer a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) traduzir-se em melhoria do bem-estar social.
Download do estudo completo(zipado):http://www.4shared.com/file/110476060/55b4d291/Mercado_de_Trabalho_no_Brasil_-_PNUD.html
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I Congresso Internacional e III Seminário Nacional De Desenvolvimento Regional
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